Movies in concert: Completamente rendida

My dear friends, quem perdeu, ontem, a atuação da Lisbon Film Orchestra (LFO) no Coliseu do Porto: shame on you! E, de facto, devem estar todos com vergonha porque não vos vi por lá, malandros! Apenas o Postiga se passeou por aquelas bandas. Não sabem o que perderam, meus caros! – Verdade seja dita, não fosse o #lover Tiago a dar a sugestão não sei se teria percebido que a Orquestra estaria cá. Mas isto fica apenas entre nós.

A LFO está a comemorar 10 anos e, por isso, decidiu presentear o povo do Norte com um concerto subordinado ao tema «Movies in Concert». Conseguem imaginar palco mais simbólico para receber as mais emblemáticas bandas sonoras dos grandes filmes da história do cinema? Pois claro que teria de ser o Coliseu do Porto a abraçar todas estas melodias que nos fizeram viajar no tempo.

Ali, sob a égide de paredes que segredam memórias de atuações intemporais de artistas de todos o mundo, a LFO excedeu as expectativas dos presentes ao fazer ecoar, no ar, as melodias de filmes como Star Wars, Harry Potter, Senhor dos anéis, Piratas das Caraíbas, Indiana Jones, Super-homem, La La Land, entre outras.

Durante cerca de duas horas, viajei no tempo, revivi emoções, deixei-me fluir no misto de sensações que a harmonia dos instrumentos musicais da Lisbon Film Orchestra proporcionou. Foi, simplesmente, divinal. E aproveito para parabenizar o maestro Nuno de Sá pela performance, bem como os 54 músicos que estiveram em palco e que elevaram ao expoente máximo esta expressão da Arte: a Música.

Se o cinema poderia viver sem música? Na minha humilde opinião, não! Mas a LFO provou, ontem, que a música consegue imprimir experiências sensoriais únicas sem recurso a imagens. Parabéns Lisbon Film Orchestra!

 

Aproveito o ensejo para passar uma mensagem do maestro:

“Perderam um concerto do caraças”

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